O programa habitacional Minha Casa Minha Vida registrou aumento significativo no número
de contratações em 2026, seguindo a estratégia do governo Lula de usar os programas
sociais como vitrines eleitorais.
O programa, relançado pelo governo petista após ter
sido rebatizado de Casa Verde e Amarela pela gestão Bolsonaro, atende famílias de baixa
e média renda com condições de financiamento subsidiadas pelo governo federal. O Ministério
das Cidades anunciou novas metas de entrega de unidades habitacionais para os próximos
meses, com eventos de entrega de chaves programados em diferentes regiões do país.
Críticos apontam que o programa, apesar do apelo social, enfrenta problemas estruturais
de qualidade construtiva e de localização das unidades, frequentemente distantes dos
centros urbanos e dos empregos. Especialistas em habitação cobram políticas mais
abrangentes de regularização fundiária e urbanização de assentamentos já existentes.
O governo defende que o programa é a principal resposta ao déficit habitacional brasileiro,
estimado em milhões de moradias.
A entrega de unidades do Minha Casa Minha Vida tem
sido um dos pilares da estratégia de comunicação eleitoral do Executivo em 2026.