O Brasil vive um dos anos eleitorais mais tensos de sua história recente. Em outubro de
2026, mais de 150 milhões de brasileiros voltarão às urnas para eleger o presidente da
República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. O
primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro, e um eventual segundo turno
ocorreria em 25 de outubro.
O pleito será a décima eleição presidencial desde a
redemocratização, e promete acirrar ainda mais a polarização política que domina o país
desde 2018. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já publicou o calendário eleitoral
completo, com regras rígidas de desincompatibilização, filiação partidária e registro
de candidaturas.
A Administração Pública está proibida, desde o início de janeiro, de
distribuir gratuitamente bens ou benefícios que não estejam previstos em programas
sociais já aprovados. A janela partidária, período em que políticos podem trocar de
legenda, encerrou-se em 3 de abril.
O ambiente político está cada vez mais aquecido,
com pré-candidaturas declaradas em praticamente todos os espectros ideológicos.
Analistas avaliam que a disputa deve se polarizar entre o presidente Lula (PT) e
representantes da direita, especialmente da família Bolsonaro e de governadores
de oposição como Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado.