Imagine depender de um caminhão para ter água em casa. Não apenas em
períodos de seca extrema — mas como rotina, mês após mês, sem perspectiva
de mudança. Essa foi, por décadas, a realidade de milhares de famílias
sertanejas do Rio Grande do Norte, presas em um ciclo de dependência
que custava caro para o estado e não resolvia nada para o cidadão.
Apenas em um ano, o RN gastou R$ 60 milhões com carros-pipa — dinheiro
que não construiu um centímetro de infraestrutura permanente, que não
furou um único poço, que não libertou uma única família dessa dependência.
Era uma solução que precisava ser renovada todo mês, que podia ser
usada como moeda política e que nunca atacou o problema real.
Enquanto isso, famílias do sertão enfrentavam a estiagem com a incerteza
de não saber se o carro chegaria a tempo, se a água seria suficiente,
se a seca do ano seguinte seria ainda pior. A humilhação de depender
de um recurso básico como se fosse um favor era silenciosa — mas
pesada demais para ser ignorada por quem a vivia.
O Senador Styvenson Valentim escolheu romper esse ciclo. Com R$ 4 milhões
destinados à perfuração de 24 poços, em parceria técnica com o Exército
Brasileiro, a solução definitiva finalmente chegou ao sertão. Não é
favor — é obrigação do Estado. E é exatamente assim que o senador
a trata.